domingo, 4 de dezembro de 2011

BRIC quer incentivo ao uso de energias alternativas

Um deputado
diz que,
no Brasil, 
a tendência é substituir energia de fontes fósseis
por "energia limpa". 

Os governos dos países que compõem o BRIC pretendem incentivar o desenvolvimento da obtenção e uso de energias de origens eólica (proveniente dos ventos) e solar. O vice-presente da Mongólia Interior, Bu Xiaolin, disse que isto será muito importante para evitar o esgotamento de reservas fósseis e diminuir riscos de problemas ambientais. A Mongólia Interior é uma província chinesa rica em carvão mineral. 
O BRIC foi formado inicialmente por uma instituição financeira dos Estados Unidos incluindo o Brasil, a Rússia, a Índia e a China como os maios destacados dentre os países emergentes nos últimos 15 anos. O nome do grupo é formado pelas letras iniciais dos nomes dos quatro países. Mais tarde, foi incluído um quinto país: a África do Sul. Representantes dos cinco países se reuniram hoje no Fórum de Cooperação e Amizade, na ilha de Hainan, na China, durante o qual foi discutida a possibilidade de investimentos em novas alternativas de energia, especialmente as de origens solar e eólica. 
Entre os representantes do Brasil, estava o deputado estadual de Santa Catarina, Jaílson de Lima da Silva, do PT. Ele disse que existe no Brasil uma tendência em substituir gradativamente os tipos de energia provenientes de fontes fósseis (petróleo, gás, etc.) pelo que ele chamou de "uma energia limpa". 

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